quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Paródia e Paráfrase: exemplos de intertextualidade

Vez ou outra, mediante as nossas relações sociais, fazemos referência a algo anteriormente mencionado por alguém, a um fato histórico, a uma propaganda retratada pela mídia e até mesmo a um acontecimento polêmico.

Até mesmo nos gestos, olhares, vestimentas, dentre outras atitudes, estamos de certa forma aludindo a um fato ou a alguém. O interessante é que, embora não relevante, tal procedimento tende a se conceber de forma tanto positiva quanto negativa. Sabe quando imitamos alguma atitude – abominável aos nossos olhos – referente a uma determinada pessoa? Eis aí um caso representativo.


A intertextualidade também se faz presente nas artes em geral, como por exemplo, nas canções, escultura, dança, pintura e na literatura, bem como nos provérbios, na linguagem dramática, cinematográfica, nas charges e cartuns ao retratar de modo contundente sobre assuntos relacionados à política, dentre outros exemplos.


Assim sendo, notamos que tais relações intertextuais se oriundam do diálogo estabelecido entre um texto ou entre uma situação e outra. E para enfatizarmos um pouco mais sobre a referida ocorrência, analisaremos as características de dois elementos que bem representam: a paráfrase e a paródia, ambos extremamente cultuados pelos representantes de nossas Letras.


A paráfrase, originária do grego
para-phrasis (repetição de uma sentença), constitui-se na recriação textual, tendo como suporte um texto-fonte. Ao parafrasearmos um texto, estamos atribuindo-lhe uma nova “roupagem” discursiva, embora mantendo a mesma ideia contida no texto original.

A paródia, de forma tendenciosa, também pauta-se pela recriação de um texto, entretanto, utiliza-se de um caráter contestador voltado para a crítica, muitas vezes sob um tom jocoso
Veja matéria completa no www.portugues.com.br.

Um comentário:

  1. A intertextualidade é uma ótima técnica de criação e é bastante usada na publicidade, como se pode ver em http://discutindoaredacao.wordpress.com/2010/10/16/nada-se-cria-tudo-se-parafraseia/

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